Henrique Cortez Weblog

EcoDebate, de 28/03/2008

Enviado em Sem-categoria by Henrique Cortez em Março 28th, 2008

Novos desafios de um país mais velho

Na primeira metade do século 21, enquanto a população idosa aumentará a taxas altas, entre 2% e 4% ao ano, a população jovem tenderá a decrescer. As pessoas com mais de 65 anos de idade, que eram 3% em 1970, corresponderão, em 2050, a cerca de 19% da população brasileira. A transição etária da população deverá gerar oportunidades e desafios que, se não forem enfrentados com a implantação, por exemplo, de políticas públicas focadas nesse novo padrão demográfico, poderão ocasionar problemas para o país nas próximas décadas. Por Thiago Romero, da Agência FAPESP, 26/03/2008.

Falta de recursos e burocracia prejudicam políticas de igualdade racial, dizem gestores

As verbas escassas e a burocracia para que os recursos cheguem aos programas destinados à população negra foram a principal queixa dos gestores em políticas para igualdade racial durante o 7º Fórum Intergovernamental de Políticas para Igualdade Racial (Fipir), realizado em Brasília. Matéria de Mariana Jungmann, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate.

Ação tenta anular lei que reclassificou Juréia-Itatins

SOROCABA, SP - Uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) movida pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de São Paulo, órgão máximo do Ministério Público do Estado (MPSP), tenta anular a lei que transformou a Estação Ecológica de Juréia-Itatins (Eeji) no Mosaico de Unidades de Conservação da Juréia-Itatins, em Peruíbe, na Baixada Santista, e Iguape, no litoral sul. O processo, protocolado em janeiro no Tribunal de Justiça (TJSP), ainda está na fase inicial, mas preocupa a União dos Moradores da Juréia (UMJ). A UMJ realizará uma audiência pública na sexta-feira (28), em Iguape, para debater o assunto. Matéria de José Maria Tomazela, Agencia Estado, terça-feira, 25 de março de 2008, 17:31.

Pachauri, da ONU, pede cautela no uso dos biocombustíveis

BRUXELAS - O mundo precisa agir com cautela no desenvolvimento dos biocombustíveis a fim de evitar efeitos climáticos indesejados e elevação do preço dos alimentos, disse na quarta-feira Rajendra Pachauri, vencedor do Prêmio Nobel da Paz e pesquisador de mudanças climáticas. Em declarações dadas no Parlamento Europeu, Pachauri perguntou se a política norte-americana de converter milho em etanol para ser usado como combustível em veículos reduziria de fato as emissões de gases do efeito estufa, responsabilizados pelo aquecimento global. Matéria de Ingrid Melander, da Agência Reuters, publicada pelo Estadao.com.br, quarta-feira, 26 de março de 2008, 15:06.

A colheita da fome

Mais de 800 milhões de pessoas estão ameaçadas pelo aumento de preços da comida, alertam os dirigentes do Programa Mundial de Alimentos, conduzido pela ONU. “Emergência global” foi a expressão usada em carta distribuída pela organização, nesta semana, para descrever a situação das populações famintas. Para ajudar os muito pobres a comer, o programa demandará neste ano US$ 3,4 bilhões, meio bilhão a mais que o total previsto no orçamento original, segundo a nova estimativa. O cumprimento da missão dependerá, portanto, de novas doações. O cenário é dramático, mas não é novo, e as explicações enumeradas pelos autores da carta só mencionam as causas de curto prazo. Passam longe das causas econômicas e políticas mais importantes, como a herança do colonialismo na Ãfrica e o tradicional protecionismo comercial do mundo rico. Publicado pelo O Estado de S.Paulo, 28/03/2008.

A privatização dos oceanos? Entrevista especial com Fabio Lang da Silveira

Mapear a fauna marinha, registrar a diversidade, a distribuição e a abundância da vida marinha ao redor do mundo e analisar os danos já causados ao ecossistema pelas alterações climáticas do planeta fazem parte do projeto intitulado Censo da vida marinha. No Brasil, este censo é realizado pelo Ocean Biogeographic Information System – OBIS, que visa compartilhar dados de pesquisas marinhas com todos os projetos semelhantes no mundo. “Nós somos um banco de dados dos censos que têm linhas de trabalho da geração e da recuperação de conhecimento em diferentes áreas, desde águas bem rasas até o mar profundoâ€, contou o gestor do OBIS, no Brasil, Fabio Lang da Silveira, em entrevista à IHU On-Line.

Fabricante de cigarro paga estudo sobre câncer de pulmão com resultados otimistas

Conflito de interesses - Em outubro de 2006, Claudia Henschke, da Escola de Medicina de Weill Cornell, causou surpresa entre os especialistas em câncer ao divulgar um estudo segundo o qual 80% das mortes por tumores no pulmão poderiam ser prevenidas pela popularização dos exames de tomografia computadorizada. Por Gardiner Harris, do New York Times, publicado pelo O Globo, 27/03/2008.

Decidimos embargar nossos destruidores, para que outros não embarguem nossos produtores! artigo de Kláudio Cóffani Nunes

No dia 05 de Março de 2008, foi publicada no Diário Oficial da União e entrou em vigência a INSTRUÇÃO NORMATIVA No 001/MMA (Ministério do Meio Ambiente), a qual instituiu o que pode ser o mais efetivo instrumento econômico de proteção ambiental vigente no país: o embargo – em qualquer bioma do Brasil – de obras ou atividades que impliquem em desmatamento, supressão ou degradação florestal, quando constatadas infrações administrativas ou penais contra a flora, previstas na Lei no 9.605/98 e Decreto no 3.179/06.

Exploração não criminosa na Amazônia é desejo fantasioso, artigo de Rodolfo Salm

[Correio da Cidadania] A revista Veja publicou, agora, na última semana de março, um “Especial Amazônia”, que traz em destaque na capa a imagem de uma floresta vista do alto, marcada por um brasão de fogo em forma de cifrão sobre as manchetes “A verdade sobre as queimadas e o ritmo do desmatamento” e “Por que a exploração econômica não precisa ser criminosa”.

Os novos empregos verdes criados no mundo, artigo de João Guilherme Sabino Ometto

[Gazeta Mercantil] Com certeza, nenhuma empresa deve exercitar a responsabilidade socioambiental apenas com foco nas imensas possibilidades de publicidade que essa postura oferece no âmbito de uma civilização global cada vez mais preocupada com qualidade de vida, preservação e harmonia social.

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