Henrique Cortez Weblog

EcoDebate, 07/04/2008

Enviado em EcoDebate by Henrique Cortez em Abril 7th, 2008

No Dia Mundial da Saúde, pesquisadora propõe reflexão sobre as mudanças climáticas

O Dia Mundial da Saúde, comemorado nesta segunda-feira (7/4), foi instituído pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de chamar a atenção para um assunto de grande importância para a saúde global. Em 2008 o tema, que deverá pautar as discussões futuras, é A proteção da saúde contra os efeitos das alterações climáticas. Na entrevista a seguir, a pesquisadora Lia Giraldo, do Departamento de Saúde Coletiva do Instituto de Pesquisa Aggeu Magalhães (CPqAM), unidade da Fiocruz em Pernambuco, comenta sobre a importância para a área de saúde pública. Lia é doutora em clínica médica e especialista em saúde pública, com ênfase em saúde ambiental e em saúde do trabalhador. Para ela, é necessário construir um sistema de informação com indicadores que possibilitem fazer uma vigilância da saúde relacionada com as mudanças climáticas. Mais: as ondas de calor ou de frio podem afetar profundamente a qualidade da vida, especialmente para os mais pobres, para as crianças e os idosos. Por Rita Vasconcelos, da Agência Fiocruz de Notícias.

Brasil deve aprender com epidemia de dengue no Rio

O pesquisador-titular da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fiocruz Paulo Sabroza, um dos maiores epidemiologistas especializados em endemias como a dengue do Brasil, alerta que o país deve aprender com a atual situação carioca. Em entrevista ao Informe Ensp, Sabroza destaca que a epidemia de dengue no Rio era prevista e analisa diversos pontos negativos que devem ser considerados. Para evitar novas epidemias, ele ressalta a urgência da implantação de uma política de saneamento mais eficaz, de uma política habitacional e da regularização do abastecimento de água no município do Rio de Janeiro. “Só quando reduzirmos a vulnerabilidade socioambiental e a injustiça social na ocupação do espaço urbano começaremos a resolver o problema da dengue”, destaca Sabroza. Informe Ensp, divulgado pela Agência Fiocruz de Notícias.

CNBB discute impacto social das obras no São FranciscoProjeto de transposição do rio será debatido na assembléia-geral, em Itaici - Os bispos e arcebispos da 46ª Assembléia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada em Itaici, Indaiatuba, no interior de São Paulo, vão discutir na próxima semana a polêmica sobre a transposição do Rio São Francisco. O bispo de Barra (BA), d. Luiz Flávio Cappio, que no fim do ano passado fez 24 dias de greve de fome contra a transposição, informou na manhã de ontem que o enfoque da discussão deverá ser muito mais em questões sociais do que técnicas. Por Tatiana Fávaro, do O Estado de S.Paulo, 06/04/2008.

Grupo Votorantim causa desastre ecológico em Minas Gerais

Siderúrgica, comandada pelo empresário Antônio Ermírio de Moraes, contamina água do rio São Francisco na região de Três Marias, despejando resíduos de sua produção industrial. Por Maria Luisa Mendonça, enviada especial a Três Marias (MG), Agência Brasil de Fato.

Ambientalistas criticam conceito de desenvolvimento sustentado

A professora de sociologia e antropologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Andréa Zhouri, disse, do dia 5/4, que “não se pode falar em desenvolvimento sustentado apenas do ponto de vista do crescimento econômico, sem a respectiva preocupação com a proteção ambiental e com a igualdade social”. Segundo ela, o que se pratica hoje é o conceito de “desenvolvimento a qualquer custo”, por imposição da força econômica. Matéria de Stênio Ribeiro, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate.

A tristeza de quem vê sua terra virar lago

Construção de barragens deixou marcas profundas em 1 milhão de brasileiros. Nas regiões que serão alagadas, prejuízos começam anos antes de a inundação ocorrer. Matéria do jornal Gazeta do Povo, PR, 06/04/2008.

De Jéssia para Isabella, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

[EcoDebate] Oi, Isabella. Fiquei sabendo de sua morte. Fiquei imaginando como alguém pode pegar uma criança como você, maltratar, asfixiar e depois ainda atirar pela janela do apartamento. Nunca consegui entender essa crueldade humana. Acho até que nem humanos são. Por isso, acho até normal que tanta gente se interesse pela sua morte, embora grande parte goste mesmo de sensacionalismo e outros apenas em ganhar audiência em seus programas.

custos ambientais e sociais: Em busca de novo consenso mundial, artigo de Washington Novaes

[O Estado de S.Paulo] Quanto mais passa o tempo, mais se torna evidente: o mundo todo terá de aprender a fazer as contas dos custos ambientais e sociais embutidos em todas as ações de governos, empresas e pessoas - que se estão tornando insuportáveis e ameaçam a estabilidade em todos os lugares. Eles terão de ser evitados, reduzidos e atribuídos a quem os gera, não a toda a sociedade. E será preciso rever conceitos e princípios anacrônicos que ainda regem o mundo.

Embriões estocados ( In vitro ), artigo de Frei Cláudio van Balen

[EcoDebate] Princípio básico: Toda pessoa tem o sagrado direito de beneficiar-se dos eventuais avanços da biologia e da genética. O impacto do progresso genético sobre a existência humana atinge a vida das pessoas e o destino da humanidade. Aqui, não havendo ainda resposta pronta e universal, todos temos de ficar atentos ao que se apresentar benéfico ou nocivo à vida, às pessoas, à convivência, à história.

Crime ambiental compensa? artigo de Rogério Rocco

[O Globo] Desde os idos da colonização, quando Portugal aplicava no Brasil suas Ordenações, o corte de árvores sem autorização já era tratado como crime. Porém, o bem tutelado àquela época não era propriamente a árvore, mas sim a madeira - que já ocupava função estratégica no desenvolvimento da Europa e de outras regiões.

Estudo revela que 290 mil pessoas dirigem alcoolizadas por dia no país

Estimativa do Ministério da Saúde indica que diariamente 290 mil pessoas dirigem alcoolizadas no país. A constatação tomou por base o número de motoristas existentes nos registros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e a porcentagem de pessoas que reconheceram dirigir após a ingestão de quatro a cinco doses de bebidas alcoólicas no estudo Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). Matéria de Débora Xavier, da Agência Brasil, publicada pelo Ecodebate.

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