
A crença de que os EUA sofreriam poucos e mitigáveis impactos com as mudanças climáticas é um mito com mais de uma década e que se fixou no imaginário popular e nas políticas públicas, relacionadas ao aquecimento global, dos governos Clinton e Bush.
No entanto, um novo estudo diz que os Estados Unidos podem sofrer os efeitos das mudanças climáticas bruscas de forma mais intensa e mais cedo do que os norte-americanos supunham.
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Os modelos climáticos do IPCC indicam que as mudanças climáticas afetarão o regime de chuvas, alterando as precipitações em diversas partes do planeta. No entanto, até agora, ainda não havia como avaliar os impactos nos aqüíferos, mesmo com alterações nas precipitações. Pesquisadores do MIT acreditam que conseguiram desenvolver um modelo de análise que avalia as mudanças regionais, decorrentes de mudanças climáticas globais, que podem afetar abastecimento de água. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.
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Na última década os EUA sofreram com uma severa seqüência de desastres naturais e, com eles, a perda de muitas vidas humanas. Compreender e avaliar as áreas de risco e os impactos potenciais foi a motivação para que os pesquisadores Susan Cutter e Kevin Borden, da University of South Carolina, Columbia, criassem o primeiro mapa de riscos naturais dos EUA. Por Henrique Cortez, do Ecodebate.
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A energia nuclear “nasceu” pela vontade militar e para uso militar, como ficou evidente na “inauguração” da era do átomo em Hiroshima e Nagasaki. De lá para cá, milhares de armas nucleares foram construídas e estocadas, mas as aplicações civis e pacíficas também conheceram um grande avanço. Nos dois casos, entretanto, permanece a sombra dos segredos militares, das informações incompletas e insuficientes e uma verdadeira aversão a qualquer proposta de controle social. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.
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Caminhoneiros e trabalhadores de empresas transportadoras, que tenham sido regularmente expostos aos gases do diesel de veículos, em estradas, ruas da cidade e docas de carga, têm um risco maior de câncer de pulmão do que os outros trabalhadores, de acordo com um novo estudo realizado nos EUA, por pesquisadores das universidades de UC Berkeley e Harvard. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.
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As melhores alternativas para melhorar a segurança energética, mitigar o aquecimento global e reduzir o número de mortes, causadas pela poluição do ar, estão no vento e na água e não na agricultura ou dentro de centrais nucleares, diz Mark Z. Jacobson, professor de engenharia civil e ambiental em Stanford.
Ele afirma, ainda, que o carvão “limpo”, que envolve captar as emissões de carbono e seqüestro no subsolo, não é limpo. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.
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[EcoDebate] A COP 14, em Póznan, na Polônia, deveria estar “abrindo” caminho para a próxima reunião, já marcada para 2009 em Copenhagen (Dinamarca), quando se tentará firmar um novo acordo global sobre o clima, em substituição ao Protocolo de Quioto. No entanto, como em todas as demais, nada de significativo ou produtivo avançou.
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As mudanças climáticas estão impedindo que os rio se recuperem dos efeitos da chuva ácida, que vem diminuindo em razão da redução de emissões e da utilização de novas tecnologias. As mudanças climáticas, no entanto, estão compensando negativamente a redução das chuvas ácidas. É o que afirmam pesquisadores da Universidade de Cardiff, Reino Unido. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.
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Coincidindo com o início da conferência da ONU sobre mudanças climáticas em Poznan (Polônia), a ONG Oxfam International, apresentou um relatório que alerta que cerca de 300 milhões sofrerão com inundações, se a temperatura, até o final do século, aumentar em 4°C.
A ONG apela por uma mudança nas negociações, para um futuro acordo sobre as mudanças climáticas, que inclui três objetivos principais. O primeiro é a de manter o aumento médio global da temperatura abaixo de 2°C. “Isso requer que as emissões globais de CO2 diminuam até o ano 2015 e que ocorra uma redução de, pelo menos, 80% até 2050, relativamente aos níveis de 1990″. Por Henrique Cortez, do Ecodebate.
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Relatório da FAO: Climate Change and Food Security in Pacific Island Countries
O aquecimento do oceano, aumento da freqüência dos ciclones tropicais, ciclos irregulares de cheias e secas podem ter um impacto devastador sobre os sistemas de produção alimentar nos países insulares do Pacífico. É o que alerta a FAO, no relatório “Climate Change and Food Security in Pacific Island Countries”. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.
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