
Imagem: Corbis
O ambientalismo é um movimento social? Se for, por que não consegue integrar-se na agenda comum dos demais movimentos sociais e populares?
[EcoDebate] É evidente que é um movimento social, mas creio que herdamos um equivoco de origem a partir do ambientalismo europeu, muito próximo dos movimentos pacifistas, mas sem ligação com as questões de cidadania.
A Europa já não precisa discutir os temas essenciais de cidadania, tão presentes nos paises em desenvolvimento. Precisamos nos preocupar com exclusão social e econômica; educação; saúde; emprego/renda; trabalho escravo/degradante; desenvolvimentismo predatório; direitos indígenas; quilombolas; populações tradicionais; reforma agrária, etc.
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[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Nos últimos anos cresceu o consumo de antioxidantes, dentre os quais o selênio, em razão da crença de que os antioxidantes que podem ajudar as pessoas vivem mais tempo, com uma vida saudável e com menor incidência de câncer. Recentes pesquisas concluíram que, na realidade, os complexos multivitamínicos não previnem doenças .
Agora, uma nova pesquisa [Plasma Selenium, Manganese Superoxide Dismutase, and Intermediate- or High-Risk Prostate Cancer] conclui que maiores níveis de selênio no sangue podem piorar câncer de próstata em alguns homens. O estudo foi realizado por pesquisadores do Dana-Farber Cancer Institute da Universidade da Califórnia, em São Francisco.
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[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] O estudo [Alcance Territorial da Legislação Ambiental e Indigenista*] de Evaristo Miranda, chefe da Embrapa Monitoramento por Satélite e outros pesquisadores, o qual afirma que, aplicada a legislação ambiental e indigenista, sobram 29% de território para agricultura e energia no Brasil, tem sido, inadvertidamente, fonte de controvérsia e desinformação.
O estudo, acima de tudo, realmente deve ser compreendido a partir de seu objetivo original “Qual a disponibilidade de terras para ampliar a produção de alimentos e energia, para a reforma agrária, para o crescimento das cidades e a instalação de obras de infra-estrutura no Brasil?“
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[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Dois novos relatórios, que analisam e avaliam a adaptação às mudanças climáticas e política para o clima em toda a, foram apresentados ontem, em Bruxelas. As conclusões preliminares da pesquisa foram utilizadas pela Comissão Europeia no Livro Branco das Mudanças Climáticas, publicado em abril de 2009.
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O mapa acima permite uma visualização do potencial de elevação do nível do mar em 2 metros (vermelho) e 25 metros (amarela) do nível do mar.
[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Mesmo se pudéssemos limitar o estoque de gases estufa na atmosfera aos níveis atuais, ainda assim, o nível do mar continuaria a subir até 25 metros até o final do próximo milênio. É o que afirma o mais recente estudo [Antarctic temperature and global sea level closely coupled over the past five glacial cycles] sobre os efeitos das mudanças climáticas sobre o as placas de gelo ‘permanente’.
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[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] A energia eólica pode ser capaz de fornecer praticamente todas as necessidades, atuais e futuras, de eletricidade dos EUA e, potencialmente, do mundo. É a conclusão de um novo estudo [Global potential for wind-generated electricity], publicado na edição da PNAS, de 22/06/2009.
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O chá verde é proveniente das folhas da Camellia sinensis. Foto do sítio Jardim de Flores.
[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] De acordo com os resultados de um estudo [Tea Polyphenols Decrease Serum Levels of Prostate-Specific Antigen, Hepatocyte Growth Factor, and Vascular Endothelial Growth Factor in Prostate Cancer Patients and Inhibit Production of Hepatocyte Growth Factor and Vascular Endothelial Growth Factor In vitro] publicado na Cancer Prevention Research, revista da American Association for Cancer Research, os homens com câncer de próstata, que consumiram os compostos ativos no chá verde demonstraram uma redução significativa nos marcadores preditivos da progressão do câncer de próstata.
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[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Um estudo [Pesticide exposure and risk of monoclonal gammopathy of undetermined significance (MGUS) in the Agricultural Health Study] envolvendo 678 indivíduos que aplicam agrotóxicos (pesticidas), selecionados dentro do estudo federal dos EUA “Agricultural Health Study”, realizado com mais de 50.000 agricultores, recentemente descobriu que a exposição a determinados pesticidas dobra o risco de desenvolver uma condição sanguínea anormal chamada de “gamopatia monoclonal de significância indeterminada” (GMSI) (MGUS, monoclonal gammopathy of undetermined significance, no original do estudo), quando em comparação com os indivíduos da população em geral.
O distúrbio, caracterizado por um nível anormal de uma proteína plasmática, exige acompanhamento e é uma condição que pode levar ao mieloma múltiplo, um doloroso câncer de células plasmáticas na medula óssea. O estudo foi publicado na Blood, a revista oficial da Sociedade Americana de Hematologia.
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Imagem:IHU
[EcoDebate] As grandes crises globais, a ambiental e a financeira, passam mensagens ambíguas, em que a responsabilidade das soluções é atribuída à sociedade e, em outros momentos, as soluções são externas e independentes da nossa vontade pessoal.
É natural, portanto, que as pessoas também tenham opiniões ambíguas sobre estes temas.
Na realidade, as duas coisas são verdadeiras. Somos pessoalmente responsáveis pelas crises e pelas soluções, ao mesmo tempo, que os grandes temas exigem ações nacionais e internacionais, que independem da nossa vontade pessoal.
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[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Novo estudo [Decreasing sex difference in birth weight], realizado em conjunto do Sainte-Justine University Hospital Research Center, University of Montreal, McGill University e Public Health Agency of Canada, conclui que o peso de recém-nascidos pode ser afetado por contaminantes ambientais.
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