
Populações expostas à pobreza nos países em desenvolvimento. Para acessar a imagem no seu tamanho original clique aqui.
Pesquisas recentes demonstram que o aquecimento global e as mudanças climáticas terão severos impactos na agricultura e na disponibilidade hídrica, o que, por sua vez, afetarão a segurança alimentar em escala global.
Nesta hipótese, os trabalhadores urbanos dos países em desenvolvimento seriam os mais afetados com a elevação dos custos dos alimentos, como ficou demonstrado na crise alimentar de 2008.
Agora, um novo estudo [Climate Volatility Deepens Poverty Vulnerability in Developing Countries] de pesquisadores da Purdue University, quantifica os efeitos do clima sobre as populações pobres do mundo.
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O estudo sugere que o vento é ecologica e economicamente viável e poderia reduzir as emissões de CO2
[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Uma equipe de cientistas da Universidade de Harvard e da Universidade de Tsinghua, demonstrou o enorme potencial para a energia eólica na China. Usando extensos dados metrológicos e incorporando informações das políticas do governo chinês para energia e as restrições financeiras na implantação da energia eólica, os pesquisadores estimam que o vento sozinho tem o potencial para atender a demanda de eletricidade do país projetada para 2030.
A substituição do carvão e outros combustíveis fósseis para um modelo ‘verde’, baseado na energia eólica, poderia, também, reduzir as emissões de CO2, reduzindo a poluição resultante da queima do carvão. A pesquisa [Potential for Wind-Generated Electricity in China] foi publicada na edição de 11 de setembro da revista Science.
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