Estudo analisa a forma como a raridade de uma espécie afeta seu valor para as pessoas

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Durante anos, os cientistas analisaram como a abundância de espécies influencia a sua chance de sobrevivência. Embora seja óbvio que os baixos números ameaçam a sobrevivência, simplesmente porque reduz as possibilidades reprodutivas, também deve ser considerado que a raridade de uma espécie também as torna mais valiosas.

É o chamado efeito antropogênico Allee, pelo qual quanto menor o número de indivíduos de uma espécie, mais provável é a sua extinção pela ação humana direta. A maneira mais óbvia é que a raridade, ao aumentar o ‘valor’, também aumenta o seu interesse para colecionadores, para troféus e produtos. Quanto mais rara uma espécie mais visada será pela caça ilegal.

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Estudo avalia que a expansão dos agrocombustíveis pode ameaçar a biodiversidade na Europa

Campo de canola, foto da North Dakota State University, EUA
Campo de canola, foto da North Dakota State University, EUA

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Pesquisadores e ambientalistas criticam a expansão dos agrocombustíveis pela sua pressão sobre as florestas dos paises em desenvolvimento e pelo potencial de reduzir a produção de alimentos.

No entanto, um novo estudo [Is biofuel policy harming biodiversity in Europe?], publicado na revista GCB Bioenergy, avalia que os mesmos riscos também ocorrem na Europa.

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Estudo relaciona a exposição a toxinas ao aumento da taxa de ocorrência de autismo

[Por Henrique Cortez, do Ecodebate] Um estudo [Ockham’s Razor and autism: The case for developmental neurotoxins contributing to a disease of neurodevelopment], da University of Northern Iowa, identificou que crianças que vivem entre 16 e 32 Km dos depóstitos de lixo tóxico no estado de Minnesota tem uma taxa de ocorrência de autismo duas vezes superior as crianças em áreas mais distantes.

Os resultados confirmam as conclusões de um estudo anterior “Autism Spectrum Disorders and Identified Toxic Land Fills: Co-Occurrence Across States“, de Ming X et al, publicado na Environmental Health Insights, 2008:2 55-59.

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Estudo relaciona a obesidade infantil à contaminação química por ftalatos


Ilustração do artigo “Interferentes endócrinos no ambiente“, de Gislaine Ghiselli e Wilson F. Jardim

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Pesquisadores do Mount Sinai Center for Children’s Environmental Health and Disease Prevention Research avaliaram 520 crianças, com idade entre 6 e 9 anos, 334 delas residentes em East Harlem, visando determinar fatores que podem induzir à obesidade infantil, tais como a dieta, a atividade física, variáveis ambientais e outros fatores de risco.

A pesquisa em East Harlem justifica-se pelo fato de que 40% das crianças da região sofrem de obesidade e diversos pesquisadores tentam identificar os fatores de risco, tendo em vista que a média de ocorrência da obesidade é muito maior do que a média nos EUA.

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Pesquisa relaciona a exposição a agrotóxicos com o aumento do risco de desenvolvimento da doença de Parkinson

Imagem: UC Regents / UCLA
Imagem: UC Regents / UCLA

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Pesquisadores já demonstraram, em estudos animais e em culturas de células, que os agrotóxicos podem estimular o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas, tais como a doença de Parkinson. Agora, pesquisadores da University of California – Los Angeles (UCLA) demonstraram que o mesmo processo também ocorre em seres humanos.

A pesquisa foi realizada na região de Central Valley, a mais importante região agrícola da Califórnia, caracterizada pela fertilidade do solo e pela intensa utilização de agrotóxicos, com destaque para o fungicida “maneb” e o herbicida “paraquat”

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Novo estudo destaca a relevância das queimadas nas mudanças climáticas

Incêndios florestais na Califórnia, em outubro de 2007
Incêndios florestais na Califórnia, em outubro de 2007

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Um novo estudo [Fire in the Earth System] publicado na revista Science, de 24/09/2009, destaca a importância das queimadas e incêndios florestais para as mudanças climáticas, o que reforça os argumentos contra países maciços emissores de CO2 por estas fontes, como o Brasil e a Indonésia.

De acordo com os pesquisadores, as queimadas e os incêndios florestais respondem por 20% de toda a emissão de CO2 derivado de atividades humanas.

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Estudo no Havaí avalia o risco da introdução de espécies invasoras para produção biocombustíveis

Floresta em fase de conversão para plantio de palma (dendezeiro) na Indonésia
Floresta em fase de conversão para plantio de palma (dendezeiro) na Indonésia. O dendezeiro(Elaeis guineensis), também conhecido como palmeira-de-óleo-africana, aavora, palma-de-guiné, palma, dendém (em Angola), palmeira-dendém ou coqueiro-de-dendê, é uma palmeira originária da Costa Ocidental da África (Golfo da Guiné).(informação da Wikipédia)

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Com a crescente demanda pelos biocombustíveis também cresce a introdução de espécies exóticas, tal como o dendezeiro no Brasil, que, potencialmente, podem ser mais produtivas. Mas também podem ser invasoras agressivas.

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