Estudo relaciona a exposição a toxinas ao aumento da taxa de ocorrência de autismo

[Por Henrique Cortez, do Ecodebate] Um estudo [Ockham’s Razor and autism: The case for developmental neurotoxins contributing to a disease of neurodevelopment], da University of Northern Iowa, identificou que crianças que vivem entre 16 e 32 Km dos depóstitos de lixo tóxico no estado de Minnesota tem uma taxa de ocorrência de autismo duas vezes superior as crianças em áreas mais distantes.

Os resultados confirmam as conclusões de um estudo anterior “Autism Spectrum Disorders and Identified Toxic Land Fills: Co-Occurrence Across States“, de Ming X et al, publicado na Environmental Health Insights, 2008:2 55-59.

O tema vem recebendo uma atenção crescente tendo em vista que diversos estudo demonstram o crescimento das taxas de autismo nos EUA e os fatores ambientais estão entre as causas possíveis. Sobre isto sugerimos que leiam a matéria “Estudo indica que o aumento de casos de autismo, nos EUA, pode ser causado por fatores ambientais“, de 20/01/2009.

O artigo “Autism Spectrum Disorders and Identified Toxic Land Fills: Co-Occurrence Across States” está disponível para acesso integral no formato PDF. Para acessar o artigo clique aqui.

O artigo “Ockham’s Razor and autism: The case for developmental neurotoxins contributing to a disease of neurodevelopment” apenas está disponível para assinantes da revista NeuroToxicology. Para maiores informações transcrevemos, abaixo, o abstract:

Ockham’s Razor and autism: The case for developmental neurotoxins contributing to a disease of neurodevelopment

M. Catherine DeSoto
Department of Psychology, University of Northern Iowa, Baker Hall, Cedar Falls, IA 50614-0505, United States

NeuroToxicology: Received 16 January 2009; accepted 7 March 2009, Available online 21 March 2009.

Abstract

Much professional awareness regarding environmental triggers for ASD has been narrowly focused on a single possible exposure pathway (vaccines). Meanwhile, empirical support for environmental toxins as a broad class has been quietly accumulating. Recent research has shown that persons with ASD have comparatively higher levels of various toxins and are more likely to have reduced detoxifying ability, and, that rates of ASD may be higher in areas with greater pollution. This report documents that within the state with the highest rate of ASD, the rate is higher for schools near EPA Superfund sites, t (332) = 3.84, p = .0001. The reasons for the rise in diagnoses likely involve genetically predisposed individuals being exposed to various environmental triggers at higher rates than in past generations.

Article Outline

1. Introduction
1.1. Higher levels of toxins
1.2. Genetic alleles that effect how the body handles toxins
1.3. Increased rates and environmental pollutant levels
1.4. Current study of Minnesota ASD prevalence

2. Methods
2.1. Prevalence estimates
2.2. EPA Superfund sites
2.3. Statistical methods

3. Results

4. Discussion
4.1. Limitations

Conflict of interest statement
Acknowledgements
References

* * * *

[EcoDebate, 28/04/2009]

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