Arquivo diário: agosto 20, 2010

Excesso de CO2 atmosférico pode reduzir o crescimento das árvores

Correlações entre o CO2 atmosférico e incremento média da área basal (BAI) e eficiência do uso da água (EUA) para as árvores mais novas (círculos brancos) e as mais antigas (círculos pretos), árvores de todas as espécies e locais. doi:10.1371/journal.pone.0011543.g004
Correlações entre o CO2 atmosférico e incremento média da área basal (BAI) e eficiência do uso da água (EUA) para as árvores mais novas (círculos brancos) e as mais antigas (círculos pretos), árvores de todas as espécies e locais. doi:10.1371/journal.pone.0011543.g004

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Um estudo [Recent widespread tree growth decline despite increasing atmospheric CO2] publicado na PLoS ONE da semana passada indica que, em vez de crescer mais rapidamente e absorver mais dióxido de carbono, na medida em que o planeta se aquece, as árvores da floresta pode crescer mais lentamente. Mais dióxido de carbono na atmosfera geralmente deve aumentar as taxas de crescimento das plantas, uma vez que o dióxido de carbono é a matéria-prima para a fotossíntese. Pelo menos em tese.

Por outro lado, a elevação das temperaturas pode colocar as plantas sob estresse, o que pode compensar os benefícios de mais dióxido de carbono.

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Desastre ambiental no Golfo do México: Derramamento de óleo pode originar nova zona morta na região

Zonas mortas no Golfo do México. Imagem NOAA/Science Education Resource Center (SERC), Carleton College
Zonas mortas no Golfo do México. Imagem NOAA/Science Education Resource Center (SERC), Carleton College

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Uma nova simulação do petróleo e metano que vazaram para o Golfo do México sugere que zonas hipóxicas profundas ou “zonas mortas” poderiam se formar perto da fonte de poluição. A pesquisa investiga cinco cenários de petróleo e plumas de metano em diferentes profundidades e incorpora uma taxa estimada de fluxo do derramamento da plataforma Deepwater Horizon, que lançou petróleo e gás metano no Golfo de abril desde meados de julho deste ano.

O trabalho científico [Simulations of underwater plumes of dissolved oil in the Gulf of Mexico] sobre a pesquisa foi aceito para publicação pela revista Geophysical Research Letters, revista da American Geophysical Union.

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